0 Vida... (por: Max Gehringer)

agosto 30, 2011
Quando eras bem pequeno...

...eles gastavam horas a ensinar-te a usar os talheres nas refeições...


... ensinaram-te a vestir, a amarrar os cordões dos sapatos, a abotoar a camisa...

... ensinaram-te a vestir, a amarrar os cordões dos sapatos, a abotoar a camisa...

...ensinaram-te valores humanos.
Por isso...
...quando eles ficarem velhos um dia...
...quando começarem a ficar mais esquecidos e demorarem a responder...
...não te chateies com eles.
Quando eles começarem a esquecer-se de fechar os botões da camisa, de amarrar os cordões dos sapatos...
...quando começarem a sujar-se nas refeições...

...quando as mãos deles começarem a tremer enquanto penteiam cabelo...
...por favor, não os apresses... Porque tu estás a crescer aos poucos, e eles estão a envelhecer...

...basta a tua presença... a tua paciência... a tua generosidade... a tua retribuição...
...para que os corações deles fiquem aquecidos.
Se um dia eles não conseguirem equilibrar-se ou caminhar direito...


...segura firmemente as mãos deles e acompanha-os bem devagar respeitando o ritmo deles durante a caminhada... da mesma forma que eles respeitaram o teu ritmo quando te ensinaram a andar...

...fica perto deles... assim como...
...eles sempre estiveram presentes na tua vida, sofrendo por ti... torcendo por ti...e vivendo "POR TI"
Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim ele saberá o VALOR das coisas e não o seu PREÇO.




0 Hoje, apenas hoje...

agosto 20, 2011
"Hoje, apenas hoje, procurarei viver a pensar apenas no dia de hoje, sem querer resolver, de uma só vez, todos os problemas da minha vida.

Hoje, apenas hoje, terei o máximo cuidado na minha convivência: afável na minha maneira de agir; a ninguém criticarei, nem pretenderei melhorar, nem corrigir ninguém à força se não a mim mesmo.

Hoje, apenas hoje, serei feliz na certeza de que fui criado para a felicidade, não só no outro mundo mas também já neste.

Hoje, apenas hoje, adaptar-me-ei às circunstâncias sem pretender que sejam as circunstâncias a adaptarem-se aos meus desejos.

Hoje, apenas hoje, dedicarei dez minutos do meu tempo a uma boa leitura. Assim como o alimento é necessário para a vida do corpo, assim a boa leitura é necessária para a vida do espírito.

Hoje, apenas hoje, farei ao menos uma coisa que me custa fazer; e se me sentir ofendido nos meus sentimentos, procurarei que ninguém o saiba.

Hoje, apenas hoje, farei uma boa acção, e não o direi a ninguém.

Hoje, apenas hoje, executarei um programa pormenorizado. Talvez não o cumpra perfeitamente, mas ao menos escrevê-lo-ei. E fugirei de dois males: a pressa e a indecisão.

Hoje, apenas hoje, acreditarei firmemente – embora as circunstâncias mostrem o contrário – que Deus se ocupa de mim como se não existisse mais ninguém no mundo.

Hoje, apenas hoje, não terei qualquer medo. De modo especial não terei medo de apreciar o que é belo e de crer na bondade."

0 Especial atenção!

junho 30, 2011




0 Pensamento do dia

junho 23, 2011
"Você não é um ser humano que está a passar por
uma experiência espiritual.
Você é um ser espiritual que está a vivenciar 
uma experiência humana."  

                                                       Wayne W. Dyer

0 Sociedade

junho 10, 2011







0 Para reflectir...

maio 13, 2011
"Numa noite fria, um velho índio começou a conversar com o seu neto sobre o combate que acontece no interior das pessoas, e nisto proferiu:
- Há uma batalha entre dois lobos que vivem dentro de nós.
Um é Mau  - raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade e ego; o outro é Bom - alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.
O neto ficou a pensar nessa luta e, curioso,  decidiu perguntar ao avô: 

 
- Qual é o lobo que vence?
O velho índio, sorrindo, respondeu:
 
 - Aquele que tu alimentares ao longo da vida."

0 Dicas para Pais de Adolescentes

abril 03, 2011
«1. É importante educar -  Muitos pais acreditam erroneamente que quando os filhos são adolescentes, não há mais nada a fazer por eles. Errado. Estudos mostram claramente que a boa educação familiar continua a ajudar os adolescentes a se desenvolverem de uma maneira saudável, evitar problemas e ter um bom desempenho escolar;

2. Ser muito amoroso - Não evite a expressão do afecto físico. Não há evidências que os adolescentes não gostem de receber afecto desde que não os embarace na frente dos amigos;

3. Manter-se envolvido – Muitos pais que estão afectivamente envolvidos com os seus filhos durante os primeiros anos os abandonam quando se tornam adolescentes. Isso é um erro. É muito importante para os pais estarem envolvidos agora, inclusive até mais. Participar em programas escolares. Conhecer os amigos dos filhos. Passar tempo juntos;

4. Adaptar a educação – Muitas estratégias educativas que funcionavam para uma idade deixam de funcionar numa etapa sucessiva do desenvolvimento. Com o crescimento, por exemplo, a capacidade dos filhos raciocinarem evolui muito e eles desafiam os pais se o que eles dizem não tem sentido;

5. Colocar limites – O mais importante que os filhos necessitam dos pais é o amor e em seguida é a estrutura. Mesmo os adolescentes necessitam de regras e limites. Seja firme mas justo. Diminua suas regras pouco a pouco conforme seus filhos demonstrem mais maturidade. Se eles não conseguem gerir sua liberdade puxe as rédeas e tente novamente soltar em alguns meses;

6. Dar independência - Muitos pais comparam o impulso de independência dos filhos com rebeldia, desobediência ou falta de respeito. É saudável que os filhos evoluam para a autonomia. Dê a seus filhos espaço psicológico para serem auto-suficientes e resistam a tentação de gerir a vida deles;

7. Explicar as decisões – Bons pais tem expectativas, mas para aos adolescentes estarem bem com as regras e decisões dos pais, estas devem ser claras e apropriadas. Conforme seus filhos se tornem mais aptos a raciocinar não podem mais para dizer "por que eu digo isso"».

In: http://consultoriodepsicologia.blogs.sapo.pt/2468.html

0 Geração à Rasca - A Nossa Culpa

março 10, 2011
Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa
abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes
as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar
com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também
estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância
e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus
jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a
minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos)
vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós
1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram
nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles
a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos...), mas também lhes
deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de
diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível
cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as
expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou
presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada.
Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o
melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas
vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não
havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado
com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, ... A
vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem
Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde
não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar
a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de
aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a
pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e
da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que
os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade,
nem dos qualquercoisaphones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter
de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e
que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm
direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas,
porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem,
querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo
menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.
Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por
escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na
proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que
o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois
correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade
operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em
sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso
signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas
competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por
não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração
que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que
queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a
diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que
este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo
como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as
foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não
lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de
montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o
desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e
inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!
Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no
retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e
nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como
todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados
pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham
bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados
académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos
que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e,
oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a
subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos
nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares
a que alguns acham ter direito e que pelos vistos - e a acreditar no
que ultimamente ouvimos de algumas almas - ocupamos injusta, imerecida
e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme
convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem
fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e
a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de Mia
uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.


Mia Couto

0 Anunciando o Carnaval

março 04, 2011


3 Tecnologia VS Social!

fevereiro 21, 2011
ONDE ENCONTRAS:
SIMPLICIDADE ... EMOÇÕES ... AFECTO HUMANO ... CARINHO ... AFEIÇÃO ... AMOR ... AJUDA ... ATENÇÃO ... O CHEIRO DA NATUREZA ... SORRISOS ... ALEGRIA ... AMIZADE ... 
???

Com o passar dos anos a tecnologia está cada vez mais presente no dia-a-dia das pessoas, seja na área da educação, medicina, compra e venda pela internet ou no uso doméstico.
Uma das principais mudanças é o relacionamento entre o grupo de amigos e a maneira de se divertir. Hoje em dia, utiliza-se as tecnologias (como por exemplo o computador ou telemóvel)  de várias maneiras para sobreviver e até mesmo para se relacionar com os outros.

O QUE PENSAS SOBRE ESTA REALIDADE?

1 Elogio à vulnerabilidade

fevereiro 17, 2011
Dois desejos em conflito: o de ser perfeito e o de ser verdadeiro. Sou
incentivado a esconder tudo aquilo que em mim é fraco e frágil, e, sem
me aperceber, ganho medo da vulnerabilidade. E do medo passo à
frustração por não ser aquilo que acho que devo ser.

Mas ao mesmo tempo, há Alguém que me convida a ser pequeno e humilde.
Não a rebaixar-me, mas a ser aquilo que sou. Nem mais, nem menos. Com
tudo o que tenho de belo e de obscuro. E aceitar que é neste encontro
de verdade que sou grande, que sou amado na minha fragilidade.
"É preciso coragem para ser imperfeito. Aceitar e abraçar as nossas
fraquezas e amá-las. E deixar de lado a imagem da pessoa que devia ser
para aceitar a pessoa que realmente sou." (Brene Brown)
                                     
                                                                                Bernardo Caldas

0 História de S. Valentim

fevereiro 14, 2011
"Existem várias teorias relativas à origem de São Valentim e à forma como este mártir romano se tornou o patrono dos apaixonados. Uma das histórias retrata o São Valentim como um simples mártir que, em meados do séc. III d.C., havia recusado abdicar da fé cristã que professava. Outra defende que, na mesma altura, o Imperador Romano Claudius II teria proibido os casamentos, para assim angariar mais soldados para as suas frentes de batalha. Um sacerdote da época, de nome Valentim, teria violado este decreto imperial e realizava casamentos em sigilo absoluto. Este segredo teria sido descoberto e Valentim teria sido preso, torturado e condenado à morte. Ambas as teorias apresentam factores em comum, o que nos leva a acreditar neles: São Valentim fora um sacerdote cristão e um mártir que teria sido morto a 14 de Fevereiro de 269 d.C.

Muitas são as tradições associadas ao dia de São Valentim, variando de país para país. Por exemplo, nas Ilhas Britânicas na altura dos Celtas, as crianças costumavam vestir-se de adultos e cantavam de porta em porta, celebrando o amor; no actual País de Gales, os apaixonados trocavam entre si prendas como colheres de madeira com corações gravados, chaves e fechaduras, o que significava «Só tu tens a chave do meu coração».
Já na Idade Média, em França e na actual Inglaterra, no dia 14 de Fevereiro, os jovens sorteavam os nomes dos seus pares e estes eram cosidos nas mangas durante uma semana. Se alguém trouxesse um coração costurado na camisola, isso significava que essa pessoa estava apaixonada.
Ao longo dos tempos, as tradições de São Valentim foram adquirindo um grau de complexidade cada vez maior. A cada ano que passava, foram-se criando novas tradições, lendas e brincadeiras, como é o caso das mensagens apaixonadas.
A tradicional troca de cartões, cartas e bilhetes apaixonados no dia 14 de Fevereiro teve origem na altura da própria lenda de São Valentim, quando este teria deixado um bilhete à filha do seu carcereiro. No entanto, não há qualquer facto que comprove esta lenda.
Porém, é certo que, no século XV, Charles, o jovem duque de Orleães, terá sido o primeiro a utilizar cartões de São Valentim. Isto porque, enquanto esteve aprisionado na Tower of London, após a batalha de Agincourt em 1945, terá enviado, por altura do São Valentim, vários poemas e bilhetes de amor à sua mulher que se encontrava em França.
Durante o século XVII sabe-se que era costume os enamorados escreverem poemas originais, ou não, em pequenos cartões que enviavam às pessoas por quem estavam apaixonados. Mas, foi a partir de 1840, na Inglaterra vitoriana, que as mensagens de São Valentim passaram a ser uniformizadas. Os cartões passaram a ser enfeitados com fitas de tecido e papel especial e continham escritos que ainda hoje nos são familiares, como é o caso de «would you be my Valentine».
Nos dias de hoje, é entre os mais novos que estas mensagens de São Valentim são mais populares, sendo uma forma de expressarem as suas paixões."

0 Amor e Amizade

fevereiro 12, 2011
DOIS ELEMENTOS DO GRUPO DO 10.º ANO APRESENTARAM, HOJE, UM TRABALHO SOBRE AMOR E AMIZADE COM VISTA À SENSIBILIZAÇÃO SOBRE ESTES DOIS CONCEITOS. TENDO O SEU OBJECTIVO SIDO ALCANÇADO DE UM MODO MUITO POSITIVO, VIMOS FELICITAR-LHES PELO SEU DESEMPENHO E DEDICAÇÃO. PARABÉNS!


Numa sala de aula, havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora: "-Professora, o que é o amor?", a professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu para que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora pediu: - Quero que cada um mostre o que trouxe consigo.
A primeira criança disse:
     - Eu trouxe esta flor! Não é linda?!      
A segunda criança falou:
-Eu trouxe esta borboleta; veja o colorido das suas  asas; vou colocá-la na minha colecção.   
A terceira criança completou:
- Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele tinha caído 
do ninho junto com outro irmão. Não é tão engraçado? 
E assim as crianças foram-se colocando. Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Ela estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora dirigiu-se a ela e perguntou-lhe:
     - Minha querida, por que é que não trouxeste nada?
     E a criança timidamente respondeu:
     - Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei  em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume exalasse por mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la.Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir à árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?
      A professora agradeceu à criança e deu-lhe nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

Amigo é aquela pessoa que o tempo não apaga,
Que a distância não esquece,
Que a maldade não destrói.
É um sentimento que vem de longe,
Que ganha um lugar no teu coração
E tu não substituis por nada.
É alguém que sentes presente,
Mesmo quando está longe.
Que vem para o teu lado quando estás sozinho
E nunca nega um sentimento sincero.
Ser amigo não é coisa de um dia,
São actos, palavras e atitudes…
Que se solidificam no tempo
E não se apagam mais.
Que ficam para sempre como tudo o
que é feito
De coração aberto.  

0 Auto - Estima

fevereiro 09, 2011

"É muito comum ouvirmos as pessoas dizer que se amam, que mantêm a sua auto-estima em alta, mas o amor próprio é muito mais profundo do que imaginamos.

Gostas incondicionalmente de ti?
És feliz na tua vida como ela está?
Fazes todas as coisas que te fazem bem?
Procuras tomar decisões em favor da tua felicidade?

Logicamente que a maioria das respostas será "não". Se uma pessoa não se ama, não procura fazer a sua própria felicidade, não conseguirá jamais amar verdadeiramente outra pessoa. Como pode dar algo que não tem?
Uma pessoa pode dizer que ama outra pessoa, mas o que acontece é que ela deve estar apenas apaixonada e paixão é bem diferente de amor.
Dentro da aura de cada um existe um campo magnético que produz o magnetismo do amor.
Quando uma pessoa se ama de verdade, esse campo magnético começa a irradiar um fluxo de energia especial, que se expande sobre todas as pessoas do seu convívio. Até mesmo alguém que não conheças, quando se aproxima, sente um calor ou um sentimento de amor, sente vontade de ficar ao teu lado, de conversar, estreitar laços de amizade.
Este encontro magnético acontece porque existe em ti um factor de atracção do Amor Próprio, e este só acontece quando alguém irradia telepaticamente e, como é lógico, só conseguirá irradiar esta energia se realmente o estiver a sentir.
É por esta razão que muitas vezes algumas pessoas não se sentem bem ao lado de outras e, dependendo da situação, considerando a falta de conhecimento, é comum pensarem que essas outras podem estar "carregadas". No entanto, elas não estão carregadas no sentido literal da palavra. O que acontece é que estão sem nenhum Amor Próprio e, desta forma, irradiam ao espaço esta sensação de negatividade.
Uma pessoa que não se ama não está preparada para atrair a pessoa certa no amor e, quando atrai alguém, certamente será a pessoa errada e futuramente verá o erro que cometeu. Muitos querem encontrar a verdadeira alma gémea, mas como se não existe o principal dentro dela?
Todas as pessoas que não se amam, pelo seu magnetismo pessoal, acabam atraindo também pessoas com a mesma característica e, devido a esta atracção, começam a acontecer problemas em relação à afectividade; acabam sempre dividindo mágoas e ressentimentos.
Nunca poderemos dar amor, ou sermos amados verdadeiramente, se não formos os primeiros a fazê-lo. E para isso precisamos de aprender a nos dar amor. E como é possível isso? Vejamos:
* Quem se ama de verdade evita pensar ou vivenciar o passado triste e, quando se lembra, mentaliza-o apenas como experiência para a sua evolução, vê de forma fria e natutral tudo o que aconteceu no passado, procura tirar proveito dos acontecimentos do passado.
* Quem se ama de verdade mantém o controlo emocional para não deixar as calúnias, palavras ofensivas e desarmonias caírem sobre a sua Aura.
* Quem se ama de verdade não espera ser compreendido mas prefere compreender as pessoas de um modo geral, mantém-se de bem com a vida e não se preocupa com a opinião alheia. Não dá ouvidos às críticas, para que elas não evoluam.
* Quem se ama de verdade não guarda raiva, rancor ou ressentimento; vê tudo à sua volta como se fosse um processo de auto-conhecimento; está sempre disposto a perdoar e compreender em qualquer situação.
* Quem se ama de verdade não aceita sugestões negativas, policia os seus pensamentos e procura analisar cada um.
* Quem se ama de verdade não se magoa, nem fica a chorar quando é magoado/a. Não se entristece por qualquer razão, não perde o controlo em qualquer situação e não se deixa levar por qualquer situação negativa.
* Quem se ama de verdade não tem medo da morte, doenças, pobreza ou falta de dinheiro, não sente medo, não se apega a nada.
* Quem se ama sente coragem e segurança de sempre recomeçar, se for necessário, sem medo do desconhecido."

0 Homossexualidade

fevereiro 04, 2011
              QUAL A TUA OPINIÃO SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE?                     




1 Encontro de Jovens +16 anos

janeiro 18, 2011
"No passado dia 15 de Janeiro, realizou-se mais um encontro, de cariz vocacional, para jovens com mais de 16 anos de idade, no nosso Seminário de Santa Maria da Feira, no qual participaram 130 jovens, oriundos das paróquias de Milheirós de Poiares, Arrifana, Travanca, S. João de Vêr, Fornos, Romariz, Pinheiro da Bemposta, e S. João da Madeira. O tema deste encontro foi: “Deus, tu e o mundo. Tu és a resposta!”. Os jovens foram convidados a reflectir sobre a importância de olharem para o mundo e de se afirmarem nele como cristãos baptizados: “é mesmo difícil ser um bom sacerdote, uma boa religiosa, um bom religioso? Pensamos honestamente que o difícil é ser um bom cristão. O difícil é apostar por Jesus Cristo e pelos valores do seu Reino e tentar honradamente viver a nossa vida inteira em consonância com esta aposta radical. É difícil ser um sacerdote cristão, um professor cristão, um… É difícil ser cristão quando a desgraça nos bate à porta ou o êxito nos ‘sobe à cabeça’, é difícil ser cristão quando temos de partilhar os nossos bens, o nosso tempo livre. É difícil perdoar em cristão, confiar em cristão, amar em cristão, ser fiel em cristão. Isso é o difícil”.
A cada um de nós cabe-nos a tarefa de evangelizar em todos os meios de comunicação social de uma forma responsável e coerente com a nossa. Não nos podemos deixar levar pela crítica sem sentido, sem valor e que não respeita a dignidade humana de cada ser. Sobre isto referenciou-se as Redes Sociais como um dos locais onde mais proliferam comentários impróprios e inoportunos, acabando muitas vezes por cair num relativismo e vazio puro de conhecimento."
(in: http://www.passionistas.pt/index.php?option=com_content&view=article&id=238:encontro-de-jovens-16-anos&catid=79:noticias-ano-2011&Itemid=56 )

Poderás encontrar reflexões/comentários sobre este encontro em: http://www.facebook.com/note.php?ote_id=181462931887900

2 40 conselhos para 2011

janeiro 01, 2011
"01) CAMINHA ENTRE 10 A 30 MINUTOS TODOS OS DIAS. ENQUANTO CAMINHAS, SORRI!
02) SENTA-TE EM SILÊNCIO PELO MENOS 10 MINUTOS POR DIA. SOZINHO/A, SE NECESSÁRIO.
03) OUVE BOA MÚSICA TODOS OS DIAS. É UM AUTÊNTICO ALIMENTO PARA O ESPÍRITO.
04) AO LEVANTAR-TE DE MANHÃ DIZ: "A MINHA INTENÇÃO PARA HOJE É __________"
05) VIVE COM OS TRÊS E´S: ENERGIA, ENTUSIASMO E EMPATIA.
06) BRINCA MAIS QUE O ANO PASSADO.
07) LÊ MAIS LIVROS DO QUE O ANO PASSADO.
08) OLHA PARA O CÉU UMA VEZ POR DIA. OBSERVA A MAJESTOSIDADE DO MUNDO QUE TE RODEIA.
09) SONHA MAIS ENQUANTO ESTÁS ACORDADO/A.
10) COME MAIS ALIMENTOS QUE CRESÇAM NAS ÁRVORES E OUTRAS PLANTAS E MENOS ALIMENTOS FABRICADOS INDUSTRIALMENTE OU À BASE DE SOFRIMENTO.
11) COME MIRTILOS E NOZES. TOMA CHÁ VERDE, MUITA ÁGUA E UM COPO DE VINHO POR DIA (BRINCA COM A ÁGUA POR TUDO DE BOM QUE HÁ NA TUA VIDA E, SENDO POSSÍVEL, NA COMPANHIA DE QUEM MAIS GOSTAS).
12) FAZ RIR, PELO MENOS, TRÊS PESSOAS POR DIA.
13) ELIMINA A DESORDEM DA TUA CASA, DO CARRO E DO ESCRITÓRIO E DEIXA QUE UMA ENERGIA NOVA ATRAVESSE A TUA VIDA.
14) NÃO GASTES O TEU PRECIOSO TEMPO EM CISMAS, EM COISAS DO PASSADO, EM PENSAMENTOS NEGATIVOS OU COISAS FORA DO TEU CONTROLO. PELO CONTRÁRIO, USA A TUA ENERGIA NAS COISAS POSITIVAS DO TEU PRESENTE.
15) PENSA QUE A VIDA É UMA ESCOLA E QUE ESTÁS AQUI PARA APRENDER. OS PROBLEMAS SÃO LIÇÕES QUE VÃO E VÊM, E O QUE SE APRENDE COM ELES É PARA TODA A VIDA.
16) TOMA O PEQUENO-ALMOÇO COMO UM REI, ALMOÇA COMO UM PRÍNCIPE E JANTA COMO UM MENDIGO.
17) SORRI E RI MAIS.
18) NÃO DEIXES PASSAR A OPORTUNIDADE DE ABRAÇAR A QUEM AMAS.
19) A VIDA É DEMASIADO CURTA PARA QUE A DESPERDICEMOS A ODIAR ALGUÉM.
20) NÃO TE TOMES A TI MESMO TÃO A SÉRIO. NINGUÉM MAIS O FAZ.
21) NÃO TENS DE GANHAR TODAS AS DISCUSSÕES. ACEITA QUE NÃO ESTÁS DE ACORDO E APRENDE COM O OUTRO/A.
22) PÕE-TE EM PAZ COM O TEU PASSADO E ASSIM NÃO ARRUINARÁS O TEU PRESENTE.
23) NÃO COMPARES A TUA VIDA COM A DOS OUTROS. NÃO CONHECES O CAMINHO QUE ELES PERCORRERAM.
24) NINGUÉM ESTÁ TÃO ENCARREGUE DA TUA FELICIDADE COMO TU MESMO.
25) LEMBRA-TE QUE NÃO TENS O CONTROLO DE TUDO O QUE ACONTECE MAS SIM DO QUE FAZES COM ISSO.
26) APRENDE ALGO DE NOVO EM CADA DIA.
27) O QUE OS OUTROS PENSAM NÃO É DA TUA INCUMBÊNCIA.
28) APRECIA O TEU CORPO E DESFRUTA-O.
29) NÃO IMPORTA O QUÃO BOA OU MÁ ESTEJA A SITUAÇÃO, ESTA MUDARÁ.
30) NÃO É O TEU TRABALHO QUE SE VAI OCUPAR DE TI QUANDO ESTIVERES DOENTE. SERÃO OS TEUS AMIGOS. MANTÉM CONTACTO COM ELES.
31) DESEJA QUALQUER COISA QUE NÃO SEJA ÚTIL, BONITA OU DIVERTIDA.
32) A INVEJA É UMA PERDA DE TEMPO. JÁ TENS TUDO O QUE PRECISAS.
33) O MELHOR AINDA ESTÁ PARA VIR!
34) NÃO IMPORTA COMO TE SENTES. LEVANTA-TE, VESTE-TE E ASSISTE.
35) FAZ SEXO COM TODA A PLENITUDE DO TEU SER.
36) TELEFONA AOS TEUS FAMILIARES COM FREQUÊNCIA E MANDA-LHE MENSAGENS A DIZER: "OLÁ, PENSEI EM TI!".
37) EM CADA NOITE, ANTES DE ADORMECER, DIZ O SEGUINTE: AGRADEÇO POR ____________; HOJE CONSEGUI ______________.
38) LEMBRA-TE QUE NUNCA ESTÁS DEMASIADO CANSADO PARA AGRADECER.
39) DISFRUTA DA VIAGEM QUE É A VIDA. SÓ TENS UMA OPORTUNIDADE, POR ISSO, TIRA O MAIOR PROVEITO.
40) A VIDA É BELA! DESFRUTA-A ENQUANTO PODES!"

0 Próspero ano novo

dezembro 30, 2010
DESEJAMOS, AOS LEITORES DESTE BLOGUE, UM PRÓSPERO ANO NOVO COM MUITO AMOR, PAZ E AMIZADE!

0 Presépios de Natal

dezembro 19, 2010
ESTE ANO, OS CATEQUIZANDOS DA NOSSA PARÓQUIA PRESENTEARAM-NOS COM A CRIAÇÃO DE FABULOSOS PRESÉPIOS DE NATAL, PRESÉPIOS ESSES QUE ESTARÃO EM EXPOSIÇÃO, NO SALÃO PAROQUIAL DA FREGUESIA, ATÉ AO DIA 8 DE JANEIRO DE 2011.

VENHA CONHECÊ-LOS!


0 Para si que vai caminhando...

dezembro 12, 2010
"Peço-lhe um minuto, apenas um minuto.
Aproximamo-nos de mais um Natal, passado este ano entre dificuldades acrescidas na vida económica e profissional. Mas, quando celebrarmos de novo o nascimento de Jesus, reforçamos a convicção de que Ele continua connosco, "nascendo" em cada acto de solidariedade verdadeira e atenção aos outros. Natal é isso mesmo. Presença de Deus no mundo, como uma criança que nasce, um gesto que se aproxima, um sorriso que anima. entre familiares que se reúnem, sem esquecer nenhum; entre vizinhos que se saúdam e vencem indiferenças; entre companheiros de trabalho, estudo ou outra actividade que seja. É também assim que Jesus gosta de ser reconhecido no mundo.
No presépio de Belém, com Maria e José, reconheceram-no os pastores humildes e os magos que verdadeiramente O procuravam. No "presépio" de cada dia, reconhecem-no os que O descobrem nos que mais precisam de companhia e ajuda. Disse-o Ele: "Vinde, porque tive fome e destes-me de comer, tive sede e destes-me de beber, era peregrino e recolhestes-me, estava nu e destes-me que vestir, adoeci e visitastes-me, estive na prisão e fostes ter comigo. Sempre que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizestes". 
Por isso e só por isso, pode haver mesmo Natal na sua vida, desde que o faça também na vida dos outros.
Comece, persista e verá!"
Manuel Clemente, Bispo do Porto
Postado por: Licita, catequista 10.º ano